Um amor de verdade

[…]

“No começo a gente só transava quando bebia. Ficava um clima meio estranho. Mas eu fui achando cada vez melhor e mudei pro quarto dele. Aí passei a não querer mais vê-lo na rua e pedi que ficasse em casa que eu daria um jeito nas despesas. Eu trabalharia por nós dois.”

[…]

 

Descubra a história de uma de um amor de verdade que não pôde ser reprimido em “Dionísio e Eu” na página Contos deste mesmo sítio ou impressa no livro Inventário das Delicadezas da editora Nova Prova.

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