Cadillac Records

cadillac_recordsO filme Cadillac Records conta a história da Chess, uma gravadora tão importante para a história do blues quanto seus mais famosos ícones. Na película de Darnell Martin é o lendário Willie Dixon (interpretado por Cedric The Entertainer) quem narra a história de Leonard Chess e de como ele reuniu e deu oportunidades a jovens negros que transformariam-se em verdadeiras lendas do blues. Nomes como Muddy Waters, Howling Wolf, Little Walter, Etta James e Chuck Berry frequentaram a pequena sala localizada no nº 2120 da Av. Michigan em Chicago e ali registraram boa parte das gravações mais antológicas do estilo.

O enredo aborda ainda os problemas enfrentados pelos músicos negros na década de 40 e 50, tais como: alcoolismo, preconceito racial, adultério entre outros. Passagens conhecidas, como a rivalidade entre Muddy e Howlling, os problemas de Chuck com a polícia e o fim precoce de Walter são retratados no filme de forma sutil apenas para colocar a história da gravadora no contexto social de seus maiores personagens.

Mas como o mote é o blues, é nesse clima que os quase 120 minutos de filme se desenrolam. Refilmagens de seqüências magníficas como At Last de Etta James interpretada com muita inspiração por Beyonce, que pra mim, até então, não passava de uma dançarina. Quase dá pra acreditar que aquilo seja real.

Por fim, acesse o link abaixo; vale muito a pena.

http://www.sonypictures.com/homevideo/cadillacrecords/

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7 Respostas to “Cadillac Records”

  1. Deu vontade de ver!

    E os contos, que eu sempre tenho vontade de ler, como andam::

    Bjs

  2. Cris,
    Os contos andam com vontade de serem lidos por alguém.
    Bj,
    Leo

  3. Como esse filme foi passar despercebido por aqui? Deve ter sido lançado diretamente em DVD… Uma pena!

  4. Tem um outro nessa linha, do qual ainda não tinha ouvido falar, que está em cartaz no Instituto NT (!?) que chama “Honneydripper – do Rock ao blues”. Parece ser bom.

    http://epipoca.uol.com.br/filmes_detalhes.php?idf=19109

  5. O filme realmente é fantástico!
    A cena em que Elvis canta My Babe (música composta por Willie Dixon especialmente para Little Walter) na televisão enquanto Muddy prepara seu “filho” no caixão, e a cena da prisão de Chuck Berry, representam bem o resultado do racismo.
    A propósito, quando vamos visitar a Av. Michigan nº 2120 e demais localidades por onde andaram este pessoal todo?
    Abraço

  6. Agora tu me fez pensar… Como será que os músicos negros, inventores do blues, viam gente como Elvis e Jerry Lee?

    Quanto a viagem à terra santa do blues. Um dia, meu camarada. Um dia pisaremos naquele chão e tomaremos um banho no mississipi. Vai ser o teu segundo batismo.

  7. Sergio Jr. Says:

    O filme é fantástico e eu gostei da cena do Howlin Wolf no estúdio… Mostrando que ele era o líder da banda e que tinham que se reportar a ele, e não aos membros da mesma…

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