De onde vem as metáforas?

De onde vêm as metáforas? Fico pensando nisso quando leio poemas como “Junho em Porto Alegre” de Pedro Gonzaga:
“as paredes salivam
o alimento dos musgos”
Nada pode ser mais belo e preciso para definir a umidade que se instala em Porto Alegre nestes dias de inverno.

Construir metáforas originais, belas e eficientes não se aprende em oficina de poesia, nem tampouco são de geração espontânea atribuída a um talento nato do poeta.

Imagino que a receita seja um misto de observação e obstinação. Pensá-las, experimentá-las e reformá-las a exaustão.

Inspirar-se em quem as cria com habilidade pode ser um começo. Inspire-se na Poesia Experimental (definição do próprio autor) em http://pedrogonzaga.wordpress.com.

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