Enquanto o café esfria

[…]

“Enquanto eu reconhecia — não sem certo espanto — que me importava com Joana, ela parecia cada vez preocupar-se menos comigo. Não reclamava mais das minhas atitudes, não ligava se passássemos dias sem conversar e não deixava mais o café pronto para quando eu chegasse do trabalho. Esforçava-me em meu desleixo, tentava agir como egoísta e ela nem ligava. ”

[…]

Tal como um café servido deixado sobre a mesa, quando as relações esfriam, tentar requentá-las nem sempre é uma boa medida.
O Trecho reproduzido acima pertence ao conto “Café Frio”, premiado na última edição de Histórias de Trabalho. Pode ser lido na íntegra na seção CONTOS no menu lateral deste blog.

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