Os cisnes do Nelson

[…]

“Uma vez, vimos cisnes nadando em fila, surgidos da neblina sobre o lago. Eu os via de novo, ainda agora. Vinham à margem atendendo ao chamado dela, surgiam sem parar da neblina encostada sobre as águas. ”

[…]

 

O trecho acima pertence ao conto “2.222 cisnes brincando de locomotiva e vagões”, de Nelson Rego. Como é característico na prosa do Nelson, 2.222 traz um olhar profundo e poético de uma cena do cotidiano que nas mãos dele rende e se converte em boa literatura.

Para ler 2.222 na íntegra, acesse o link “Convidados” no menu lateral deste blog, ou adquira o excelente “Daimon junto à porta”, livro que contém este e outros 9 contos, amostras da capacidade narrativa do autor.

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